Caminhada Pare a Dor, ação da campanha “A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor”, promovida pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), estende a agenda da caminhada até dezembro. O evento é gratuito e aberto ao público em geral. Para participar, basta chegar ao local, no Portão 7, na Avenida república do Líbano, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes. A caminhada tem aproximadamente cinco quilômetros, seguida de alongamento e é acompanhada por umpersonal trainer e uma fisioterapeuta.
A Caminhada Pare a Dor é coordenada pela Dra Fabíola Peixoto Minson, (diretora da SBED e membro do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos do HIAE, do Hospital Israelita Albert Einstein/SP), e conta com auxilio de equipe multidisciplinar.
Segundo a Dra Fabiola Minson, “eventos para o público em geral tendem a aproximar as pessoas de profissionais da área de Tratamento da Dor. Os principais objetivos destas iniciativas são desmitificar conceitos errôneos de que a automedicação não é prejudicial e ao mesmo tempo favorecer a prescrição correta e individualizada dos analgésicos”, conclui.
Parque do Ibirapuera, sempre às 8h30
Local: Concentração no Portão 7 – Acesso pela av. República do Líbano
Agenda de Dezembro:
Dia 01 – Quinta – feira
Dia 03 – Sábado
Dia 08 – Quinta – feira
Dia 15 – Quinta – feira
Dia 17 – Sábado
Dia 22 – Quinta – feira
Fonte: Ciranda no Bairro
]]>O evento, gratuito, será aberto ao público em geral. Para participar, basta chegar ao local, na entrada principal do parque, cerca de dez minutos antes e se juntar aos participantes.
A Caminhada Pare a Dor teve início em parques públicos de São Paulo, com o objetivo de chamar a atenção das pessoas para as formas de se lidar com a dor e os tratamentos corretos. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) indicam que 30% da população mundial sofrem com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas.
A Caminhada tem aproximadamente quatro quilômetros e é seguida de alongamento e acompanhada por um personal trainer e uma fisioterapeuta. A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor promove, todas as semanas, caminhadas abertas ao público em parques da capital paulista.
A coordenadora do projeto, Dra. Fabíola Peixoto Minson (diretora da SBED e membro do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos do HIAE, do Hospital Israelita Albert Einstein/SP), explica que ‘o tratamento da dor crônica é feito de maneira multidisciplinar e, além dos médicos, pode envolver fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos e até nutricionistas, dependendo do caso. Anestésicos, relaxantes musculares, massagens, exercícios aeróbicos e alongamento estão entre os recursos utilizados para aliviar o desconforto dos pacientes’.
Em Campo Grande, para falar mais sobre Dor Crônica, disponibilizamos o médico Dr. Maruãn Omais, especialista no assunto para entrevista.
O que é a dor
Segundo a IASP (Associação Internacional para o Estudo da Dor, sigla em inglês), a dor se caracteriza como experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tal dano. A dor sempre é subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências.
A dor é um sintoma e uma das causas mais frequentes da procura por auxílio médico. Para conhecer o impacto da dor no estado do paciente, criaram-se formas de mensurá-la, com medidas das mais simples às mais complexas. As mais simples consistem em fazer a avaliação por meio de uma escala numérica de 0 a 10 o grau da dor.
Serviço:
Caminhada Pare a Dor
Data: 11 de dezembro de 2011, domingo, às 8h
Local: Entrada principal do Parque das Nações Indígenas (antigamente conhecido como Parque do Prosa), altos da Avenida Afonso Pena.
Fonte: midiamaxnews
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